sábado, 14 de abril de 2012

Cróton




                                                            Nome Popular :
                                                                 Cróton
                                                         Nome Científico:
                                                   Codiaeum variegatum Blume

                                                                  Família:
                                                             Euphorbiaceae

Descrição:
Grande grupo de arbustos, grandes e semi-lenhosos, da Índia, Malásia e Ilhas do Pacífico, de 2-3 m de altura, de folhas lactescentes, pequenas ou grandes, espessas, coriáceas, inteiras, com recortes ou torcidas, muito vistosas pelo variado colorido e formatos. Inflorescências alongadas não vistosas.

Cultivo:
São plantas clássicas de climas tropicais, pouco resistentes ao frio e sensíveis a geadas. Excelente para renques ou conjuntos que não devem ser podados para não prejudicar sua formação natural. Exigem solos ricos e de boa drenagem.

Reprodução:
Multiplica-se por estacas ou alporques. Em regiões úmidas as estacas podem ser preparadas no próprio local.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Galeria de Bonsai

Azaleia
Burgerville 
Resedá
Pêssego




Escolhendo as flores para seu jardim



Flores de Jardim
Antes de pensar em quais flores serão plantadas no jardim e para ter sucesso com ele, é muito importante, se possível com a ajuda de um especialista, avaliar primeiramente alguns aspectos: a região onde mora, o local em que já existe ou que será criado o jardim, a incidência de luz solar sobre este espaço, o pH do solo (pois algumas espécies subsistem melhor em um tipo de solo e vice-versa), o tipo de nutrientes que existe naquela terra e seu nível de umidade.
Conhecendo bem o jardim e o que ele tem para oferecer, a escolha das flores ideais passa a ser mais fácil. Existem muitas espécies de flores em nosso país, e certamente você encontrará as mais adequadas para o seu logradouro. Vejamos algumas opções:
Se o seu jardim é um local com muita exposição solar, as flores mais indicadas são:
- Azaleias: suportam muito bem a luz solar. Essa planta, quando não está com flores, permanece verde o ano todo. A melhor época para plantio é no outono.
- Bromélias: praticamente não ficam sem flor. Suas folhas são grossas e muito resistentes. O principal cuidado que se deve ter com ela é quanto à sua rega, que deve ser feita por cima das folhas e nunca diretamente no solo. A melhor época de plantio é de dezembro a janeiro.
- Girassol: é uma das melhores flores para se plantar em locais com grande exposição solar, pois para crescer e florescer lindamente, o girassol precisa receber muita luz solar. O verão é a melhor época para o cultivo.
Gérbera: esta flor adora claridade, podendo ficar exposta direto no sol. No entanto, necessita ser regada duas vezes por semana no verão. A melhor época para plantar essa flor é a primavera.
Rosas: clássicas e belas, embora transmitam delicadeza, são muito fortes. Elas necessitam, no mínimo, de 6 horas de exposição solar por dia: quanto mais sol, mais flores! Além disso, seu plantio pode ser feito em qualquer época do ano.
É importante lembrar que todas as flores que suportam o sol direto e por várias horas necessitam ser bem hidratadas em dias mais secos. Para que as pétalas não sejam queimadas, as regas devem ser feitas depois que o sol foi embora.


Orquídeas e seus cuidados


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Orquídeas são flores belíssimas e que têm uma mística toda especial. Adorada pelos amantes e queridas por ambos os sexos, as orquídeas são uma espécie de flor que possuem fama de cultivo trabalhoso e delicado. Mas, na verdade, as coisas não são bem assim. Com o conhecimento das técnicas certas e com um pouco de cuidado com a higiene do local de cultivo, suas orquídeas viverão felizes e proporcionarão para você um espetáculo de beleza sem igual.
Veja alguns cuidados básicos e perceba como não há nenhum “bicho de sete cabeças” em relação aocultivo de orquídeas:
Se você dispõe de espaço seria ótima opção construir um viveiro para suas orquídeas. Desta forma, ficaria mais simples controlar aspectos da higienização do local, a umidade, etc. Nem precisa ser nada muito caro ou complexo. Uma tela sombrite (50%) a uns 2,5 metros do chão para cobrir uma ou mais bancadas de madeira, concreto ou metal; com cerca de 1,5 m de largura e 1 m de altura (com o comprimento que você desejar).
Nesse espaço evite pendurar outras espécies de flores sobre as orquídeas. Já que parasitas podem ser carregados pela água que escorrer delas e contaminar as flores. Pelos mesmos motivos, evite colocar as plantas muito juntas. Sempre é bom permitir a circulação de ar para uma ventilação correta pelos vasos. Assinale sempre o nome da planta, a data da compra (para controlar os replantios que são feitos a cada dois anos) e demais dados que você ache importante.
É fundamental que elas recebam luz da manhã ou do final da tarde. Sem que, no entanto, recebam sol direto. Se estiver cuidando das orquídeas num apartamento, evite deixá-las em frente de janelas descortinadas. Controle a luminosidade de acordo com a espécie das orquídeas que planta. Se as flores estiverem amareladas, elas recebem luz demais; se estiverem com um tom verde sem vida, receberam luz de menos.
O maior problema no cultivo das orquídeas é a temperatura do ambiente. Como a maioria delas provém de temperaturas entre 15 e 25 graus Celsius, criá-las em locais muito quentes sempre exigirá gastos adicionais com a climatização do ambiente. Mas, para esses casos, você pode cultivar asorquídeas provenientes de regiões tropicais e que suportem temperaturas mais elevadas.
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Como adubo elas precisam do composto NPK na seguinte proporção: 0,5% (N), 2,5% (P) e 0,05% (K) que você pode encontrar facilmente nas casas especializadas. Pode também preparar o seu próprio adubo seguindo as medidas de 100g de fosfato de potássio monobásico ou fosfato de potássio diácido (KH2PO4), 38g de nitrato de potássio (KNO3), 427g de nitrato de cálcio [Ca (NO3)2 4H2O], que também podem ser conseguidos nas casas especializadas ou em lojas de produtos químicos. Desta forma, você terá um total de 565g de adubo que poderá diluir em dois litros de água. Coloque oito ml dessa solução concentrada num litro de água e borrife as folhas, molhando todo o solo. Faça isso uma vez por semana. Em dias quentes e secos, quando é preciso borrifar as plantas todos os dias, dilua os oito ml em dez a vinte litros de água (dosagem homeopática) e use a solução final para regá-las..
A umidade relativa do ar deve sempre viçar em torno de 30% e é mais fácil de ser controlada quando você cultiva as orquídeas em jardins do que em vasos. É muito importante manter a umidade nesse patamar para evitar que as plantas se desidratem.
Fazendo assim e mantendo sempre seu local de cultivo livre de mofos e de sujeiras, suas orquídeas serão sempre lindas e trarão toda a beleza e harmonia que podem para seu ar e para sua vida.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Dália


É uma herbácea de porte médio, perene. Quando adulta, a planta chega a atingir até 1,50 m.
É originária do México, onde é muito popular. Os índios daquela região foram os primeiros a cultivar dálias, ainda no período do império Asteca. Por volta do final do século XVIII, o diretor do Jardim Botânico de Madri encantou-se com a flor, durante uma visita ao México. Foi o suficiente para que a dália atravessasse o oceano e chegasse à Europa, onde se adaptou muito bem ao clima temperado.
Foi o botânico sueco A. Dahl, responsável pela expansão das dálias pela região nórdica da Europa, que inspirou o nome da flor. Os holandeses e os franceses foram os maiores incentivadores do cultivo e da produção de inúmeras espécies híbridas de dálias. Foi a imigração holandesa que contribuiu muito para a propagação desta flor no Brasil.
Hoje, graças ao surgimento de vários híbridos, podemos encontrar diversos tipos de dálias, o que resulta numa grande variedade de formas (pompom, bola, decorativa, etc.) e cores (branca, alaranjada, vermelha, amarela, pink). São mais de três mil variedades resultantes de cruzamentos com outras espécies, como os crisântemos, por exemplo.
  • Reprodução: por meio de sementes, estaquia das pontas dos ramos ou divisão das raízes tuberosas; sendo que esta última permite a propagação de um exemplar com características idênticas às da planta-mãe.
  • Substrato ideal para o plantio: 2 partes de terra comum, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia
  • Clima ideal: ameno
  • Luminosidade: Em locais de clima frio, precisa de no mínimo 4 horas de sol pleno; já em clima quente, recomenda-se o cultivo à meia-sombra
  • Regas: manter o solo sempre úmido, sem encharcar
  • Floração: produz flores isoladas na primavera e no verão, em várias cores
  • Cuidados: necessita de proteção contra ventos e adubação orgânica a cada três meses



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

jardim vertical

Jardim vertical ou painéis verticais são a escolha certa para decoração de  pequenos espaços – ou somente para embelezar paredes com as plantas que você escolher.
Esse tipo de jardinagem usa como plantas, espécies epífitas, que requerem poucos nutrientes e uma pequena quantidade de água para se manterem e desenvolverem, pois elas conseguem retirar seus nutrientes até da atmosfera, e devido a sua baixa exigência, e lento crescimento, são ideais para esse tipo de jardim.
Podem ser montados, em paredes que estejam disponíveis, onde as plantas possam receber alguma luz natural, ou mesmo luz artificial.


Materiais necessários para montar um Jardim vertical:
1) parede impermeabilizada ao construir ou pode ser pintada com tinta especial emborrachada, para quem vai adaptar uma parede comum ao jardim.
2)  Tabua em MDF, ou conglomerado, ou outra madeira, nas medidas da parede, e que será fixada à parede por meio de buchas, e em vários locais para evitar que com a umidade ela venha a se deformar, pela ação do peso da água infiltrada, ou mesmo pela ação de organismos decompositores da madeira, que com o tempo se instalam e acabam propiciando até que as raízes das plantas possam retirar algum nutriente delas, ao longo do tempo de uso, ou seja acaba virando substrato também.
3) Placas ou estacas de fibra de coco ou xaxim , ou mesmo meio-vasos que ou podem ser cortados ou mesmo adquiridos já nesta forma no comércio.



4) Caso o local seja em interiores onde a água não possa, escoar pelo chão, decorrentes das regas, é conveniente colocar na parte inferior um coletor para essa água em chapa no formato de calha, e com um sistema para que essa água possa ter destino que não acabe sendo um ponto de infiltração de umidade na construção.
5)  Montar antes um esquema ou desenho de quais as plantas usadas, e onde elas vão ficar, para facilitar a colocação das placas, estacas, ou meio-vasos. E fixar as mesmas na tábua nos locais pré-escolhidos.
6) adquirir as plantas
Depois de pronto, as regas podem ser com aspersores manuais para áreas pequenas ou mesmo com mangueira para jardim a cada 3 a 7 dias dependendo da umidade do ar ambiente. E pode, mas não necessariamente ser incluída na água de rega, adubos hidrosolúveis compatíveis com as plantas escolhidas.
Plantas para fazer o jardim vertical:
- bromélia
- Acorus
- Pilea nummularifolia
- orquídea pingo de ouro
- orquídea
-peperômia riscada
- rhypsalis chata
- peperômia
- maranta
- rhypsalis
- Callisia repens
- Trepadeirinha
- Begônia
- Avenca
- Peperômia obtusifolia
- Dendrobium miniatura

                                     CRÉDITOS ;http://todaperfeita.com.br



Orquideas


TENDO UMA LINDA FLOR EM CASA


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Uma orquídea em flor é um espetáculo de rara beleza. E que, ao contrário do que geralmente se pensa, pode acontecer todos os dias em sua casa, sem grandes dificuldades. A verdade é que, apesar do aspecto frágil e delicado que muitas vezes chega a inibir aqueles que gostariam de cultivá-las as orquídeas são resistentes e ótimas para o nosso clima. Afinal, não se pode esquecer que muitas espécies são nativas de nossas florestas.

Assim, com certos cuidados básicos de cultivo e algumas mudas de boa qualidade, você poderá ter uma coleção que vai proporcionar belas floradas durante o ano todo.

O caminho certo para conseguir boas mudas

O primeiro passo é comprar mudas de cultivadores conceituados, de preferência aos poucos. Lembre-se de que em qualquer época do ano sempre há inúmeras espécies em floração. Assim, se você comprar duas ou três orquídeas por mês,acabará formando uma coleção que vai garantir sempre plantas com flores.

Um jeito gostoso de fazer isso é visitar orquidários ou feiras de orquídeas, onde, além de encontrar ótimas plantas, você tem a oportunidade de conhecer cultivadores que gostam de trocar informações e orientar os iniciantes.

E se você mora numa região onde as feiras de plantas são raras, pode comprar orquídeas pelo reembolso postal. Basta solicitar um catálogo, escolher as variedades de sua preferência e fazer a encomenda.

Mas quem gosta de aventuras tem ainda uma outra alternativa: coletar orquídeas em seu próprio habitat. Sem dúvida, esta é uma tarefa emocionante, mas exige bom senso para preservar a natureza. Tome cuidado para não estragar nenhuma planta, nunca corte árvores para alcançar um exemplar muito alto e só colha as mudas que você tem condições! de cultivar.

Nunca colha uma planta, inteira. Retire apenas três ou quatro pseudobulbos da parte frontal, para que a muda possa continuar a crescer conservando a espécie na natureza. Após a colheita, faça a limpeza da parte retirada no próprio local, removendo partes secas, doentes ou quebradas e limpando toda muda com uma esponja bem limpa, macia e úmida.

As orquídeas precisam de um cantinho especial

Na natureza, as orquídeas podem ser encontradas em florestas, montanhas, vales pântanos e até em rochas Por isso fica difícil determinar de modo geral qual o melhor ambiente para cultivá-las. As epífitas, por exemplo, nascem em árvores e gostam de iluminação intensa e difusa, enquanto as terrestres podem tanto viver sob densas florestas, com baixa luminosidade, como em campos abertos, onde a luz é farta, Já as ripícolas nascem fixadas em rochas, expostas ao sol pleno.

Mas, como a maioria das orquídeas cultivadas são provenientes de florestas, de modo geral pode-se afirmar que em ambientes onde as samambaias se dão bem o cultivo de orquídeas terá sucesso.

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Monte você mesmo o seu orquidário

Para fazer um orquidário é importante ter um cantinho que receba o sol da manhã. Num clima como o nosso, uma boa solução é construir ripados de madeira ou bambu, de modo que os raios solares fiquem filtrados, proporcionando luz na medida exata.

Esses ripados se assemelham a armários com cerca de 2,40m de altura. A parte do fundo, as laterais e a parte superior são feitas com ripas de madeira com 5 cm de largura. No teto, essas peças devem ser dispostas no sentido norte-sul, para o sol caminhar sobre as orquídeas no sentido leste-oeste e gradativamente ir passando sobre as plantas. Em geral, a distancia entre as ripas é de 3 cm, mas pode ser menor em regiões de luminosidade Intensa,

Com essas condições, é possível montar um orquidário com capacidade para acomodar até 200 orquídeas, considerando-se uma largura média de 5 metros. Os exemplares maiores, que necessitam de bastante aeração junto às raízes, podem ficar pendurados. A prateleira central é um bom lugar para as mudas recém plantadas e em fase de crescimento. Na parte de baixo, apoiadas em blocos, podem ficar as espécies que gostam .de mais sombra, como os cimbídios.

De preferência, use peroba sem pintura, a prateleira poderá ser pintada com óleo queimado e nos caibros de sustentação deve ser aplicado Neutrol, para evitar o apodrecimento da madeira. No mercado há ainda o Sombrite, uma tela especial para proteger as plantas do sol excessivo. Esse material, que substitui as ripas, chega a filtrar 60% dos raios solares, criando uma atmosfera ótima para a maioria das orquídeas, já que deixa os ambientes bem ventilados e protegidos tanto do sol como de insetos e outros animais.

Seja qual for o material escolhido, não esqueça que a parte sul deve ficar ao abrigo dos ventos. Portanto, deixe esse lado com a parede mais fechada e nas épocas mais frias coloque protetores de plástico transparente.

Se você não dispõe de espaço externo, pode também cultivar dentro de casa ou até no apartamento, pois a temperatura em interiores, entre 15 e 251°C é ideal para essas plantas. É só construir prateleiras junto a janelas bem iluminadas (face norte ou oeste), protegidas no lado de fora por uma tela, para que os vasos recebam sol filtrado.

Segredos para manter plantas saudáveis

Além de ambientes quentes, bem ventilados e com atmosfera úmida, as orquídeas precisam de regas e adubações criteriosas, e muita limpeza para crescerem sadias, sem o ataque de pragas ou doenças.

Por isso, conserve o ambiente limpo, sem mato, lave as prateleiras e bancadas com produtos à base de cloro e limpe periodicamente as folhas com uma flanela macia para remover o pó. De seis em seis meses, é bom lavar todas as plantas com uma esponja embebida em água e sabão neutro. Assim elas vão ficar com todos os poros desobstruídos para respirarem livremente.

A umidade na medida certa também é muito importante. Regue os vasos semanalmente, logo pela manhã, e nunca esqueça que as orquídeas gostam de solo úmido, mas detestam água empoçada junto às suas raízes. As plantas floridas não necessitam de muita água. Nessa fase, molhe apenas o solo, deixando as flores secas. Para manter a umidade do ar, pulverize as folhas com água na temperatura ambiente, principalmente nas épocas mais secas.

Na hora de adubar, você pode escolher entre duas alternativas. Aplicar um fertilizante químico com fórmula NPK 15-15-15 ou NPK : 18-18-18 a cada 15 dias, ou então um adubo natural a cada seis meses. Nesse caso, uma boa recomendação é a seguinte mistura, desenvolvida pela Sociedade Bandeirante de Orquidófilos: 30% de farinha de osso, 50% de torta de mamona, 15% de esterco de passarinho ou de codornas e 5% de cinza. Aplique longe dos rizomas das plantas para não queimá-los.

Após a floração, corte as flores murchas sempre na junção das folhas. Isso é muito importante, pois as hastes das flores são ocas e, se forem mantidas, vão acumular água e poderão apodrecer, prejudicando toda a planta. Não se esqueça de que facas, tesouras e alicates devem ser previamente esterilizados com álcool, e logo antes de serem usados em qualquer muda, a fim de evitar transmissão de doenças de uma planta para outra.


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Na hora de plantar, muito carinho

Na hora de plantar ou replantar suas orquídeas, um pouco de cuidado e carinho é fundamental para elas logo pegarem bem e retomarem com todo o vigor seu ciclo de crescimento.

Embora os vasos de barro sejam ótimos para essas plantas, elas podem também ser cultivadas em placas de xaxins (o xaxim está proibido, pode-se utilizar placas de coco), troncos ou pranchas de madeira.Para plantar em vasos escolha recipientes novos, a fim de evitar contágio de possíveis doenças.

Como substrato, use fibra de coco. Primeiramente, lave bem o vaso e também a fibra para eliminar todo o pó. Depois, tampe o furo de drenagem com cacos, coloque uma camada de xaxim e a muda, já com as raízes envoltas em um pouco de fibra. Para terminar, preencha o vaso com o substrato, compactando bem nas laterais, mas deixando as raízes da frente mais soltas para elas se fixarem à vontade no novo meio.

Se você preferir criar algumas mudas em troncos ou placas, envolva as raízes em um pouco de fibra de coco e fixe-as amarrando com um fio de cobre ou com um barbante.


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As várias maneiras de reprodução

Entre pequenos cultivadores as orquídeas são normalmente reproduzidas através de mudas ou de sementes. O sistema por divisão de mudas assegura variedades idênticas à planta-mãe, mas é muito demorado para quem deseja reproduzir em quantidade, pois são necessários de dois a três anos para se obter uma nova muda.

Já a reprodução por sementes, embora demorada (leva até sete anos, desde a fecundação da flor até a primeira floração), proporciona inúmeros exemplares, mas com características diferentes da planta-mãe. Isso acontece porque o cruzamento pode ser feito entre duas espécies distintas resultando numa nova orquídea.

Por isso, cultivadores que comercializam essas plantas em larga escala, já há alguns anos, recorrem a clonagem, uma técnica de laboratório que assegura inúmeros exemplares idênticos à planta-mãe, a partir de células de folhas ou raízes. Para isso, algumas células são separadas e colocadas em um tubo de ensaio com um líquido nutriente. Depois de alguns meses, as células se multiplicam dando origem a uma pequena muda.Graças a essa técnica é possível reproduzir plantas raras ou em processo de extinção, tornando-as mais acessíveis a todos os cultivadores.

Fonte de pesquisa: Revista Casa Cláudia